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Então, qual o Sistema Operacional?

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Na sua opinião, quanto você é bom utilizando um computador? Comum Avançado Só tenho pelo status, e gosto de quebrar a cabeça com coisas básicas.
O quê você pretende fazer com o computador? Trabalho, jogos, multimídia e Internet. Gosto de brincar com a morte e também quero dominar o mundo. Eventualmente Trabalho e Internet. Facebook!!!!!!
O quanto importante é a parte de customização para você?  Um pouco, mas eu prefiro obter tudo já pronto.  Gosto das coisas frias e sem mudanças, igual a meu coração.  Eu posso mudar o papel de parede de minha área de trabalho?
 Detesto perguntar, mas quanto de dinheiro você está disposto a gastar?  Um pouco, mas nada que uma versão pirata não resolva.  Não me preocupo com isso, dinheiro é coisa de capitalista…  Quem se importa? Papai que irá pagar ou quando for pelo CSF só para mostrar aos meus colegas!
 Você é um jogador de computador?  SIM! Steam é o que importa!  Não… Mas eu tento fazer algo com wine….  Cara! Você viu minha fazenda em FARMVILLE??
 Você tem amigos? Eles gostam de computador como você?  Sim. Mas apenas uns 5 que sempre falo pelo Skype.  SIM! Tenho vários espalhados no mundo, olhe o meu GIT!  Tenho diversos amigos hipisters! Inclusive no FBI!
 Você tem namorado (a)?  Sim ela é linda! Conheci ela em comunidades da Web.  Prefiro não opinar…  Garotas (Meninos)!!! Que nojo….
 Você tem vida sexual ativa?  Sim, Não… Talvez… Depende do que estou fazendo…  Prefiro não opinar…  Hoje tem Rave!!!!
 Sinto cheiro de coisa estranha perto de você… é esperma?  Essa toalha debaixo de minha cama não é minha! Nem as cuecas sujas!  Não tenho o plugin do flash em meu computador…. 🙁  Desculpe…. esqueci de enxaguar a boca ao sair de casa hoje… ;*

Linux Foundation mata o GNU

images.duckduckgo.comColaboração: Anahuac Gil

Data de Publicação: 21 de dezembro de 2015

Acontecimentos recentes precisam acionar todos os alarmes do ativismo cibernético. O golpe final está muito próximo. O algoz é a Linux Foundation e a vítima é o GNU. O plano tem se baseado na repetição incansável de que o sistema operacional livre, que é um marco tecnológico, se chama Linux, nasce em 1991 e se baseia nos conceitos revolucionários do Open Source. E onde está o GNU que nasceu uma década antes? Não sou eu quem está fazendo uma acusação leviana, é a própria Linux Foundation quem o diz em seu documentário “O mundo sem Linux” [1]. Trata-se de uma animação em seis episódios, feita com primor e precisão cirúrgica para convencer até os velhos ativistas de que o GNU nunca existiu.

Qualquer pessoa que não conhecer a história toda e vir esse documentário da Linux Foundation terá certeza absoluta que tudo começou em 1991 e não saberá nem que um dia existiu o GNU.

A força da repetição, levada a uma escala global é impossível de deter. Nobres significados já foram subvertidos antes, como o termo “hacker” que virou sinônimo de bandido digital pelo simples interesse de colocar todos, os bandidos e os questionadores, no mesmo balaio. Questionar, aprender, testar, compartilhar e colocar o “status quo” em uma posição incômoda não é crime. Mas incomoda. O mesmo acontece com a marca Linux, sendo repetida a exaustão para remover os conceitos ideológicos que o GNU carrega em si. Matar o GNU é matar a contraposição provocada pela liberdade do código. Foi exatamente com o objetivo de eliminar esse incômodo que a OSI foi criada.

Mas esse é um enredo bem conhecido e, infelizmente, ignorado pela maioria dos envolvidos em tecnologia. É como se eliminar o GNU fosse algo “cool”, bacana, legal, simples. Quantas vezes tive que ouvir que dizer “GNU/Linux” era difícil, e que ajudava mais na aceitação do novato dizer apenas Linux. Bom, hora de assumir sua parcela de culpa na tentativa de extinção do GNU.

Alerta vermelho!

A Linux Foundation diz que a Microsoft será uma grande parceira

Como assim? Simples: no pensamento OSI o que realmente importa é o acesso ao código, no limite necessário, para melhorar os meios de produção de tecnologia. Mais rápido, eficiente, com mais qualidade e muito mais barato. Trata-se de um modelo de negócios e se a Microsoft aderir a esse modelo, que mal há? Não acredita? Leia matéria original direto da linux.com [2]

O Linux não é Open Source

O que dirá Software Livre então? Nem pensar! O professor Rodolfo Pilar deixa isso muito claro neste artigo que ele mesmo intitulou de “El kernel Linux no es libre” [3]. É um texto pequeno, frio e calculista. Ele baixa o Linux. olha os fontes e encontra código não livre. Simples e preciso. Nenhum lero-lero ideológico. Não deixe de conferir.

O que mais você precisa para perceber que se não fizermos algo o GNU será extinto? Se não agirmos rápido permitiremos que os valores difundidos pela FSF e pelo GNU, de que o acesso ao código deve empoderar os usuários para inverter a relação entre esses e os produtores de tecnologia, serão suplantados pela outra ideologia, que defende o acesso ao código como um pilar para meios de produção mais eficientes.

Perceba que não se tratam de ações isoladas e desconexas. Fica cada vez mais evidente que é uma ação deliberada para extinguir o Software Livre, suplantando-o pelo Open Source. Uma pesquisa rápida demonstrará que o termo “Open” tem sido usado mundialmente como sinônimo de “livre”. Mas não significam a mesma coisa, não tem o mesmo peso ideológico, não se baseiam nas mesmas premissas e não reagem na sociedade da mesma forma. Open/Aberto defende meios de produção e Free/Livre buscam mudar a sociedade em busca de um Mundo melhor. Como o “status quo” não tem interesse em mudanças que alterem as relações de poder, então o Open/Aberto é estimulado como uma versão mais suave de liberdade. Assim, subitamente parece que o mundo todo aderiu ao “Open”: Open Mind, Open Data, Open Office, Open House e por ai vai.

Que fique claro: algo aberto não é necessariamente livre. E é exatamente dessa dubiedade que o “status quo” se alimenta. Vende liberdade, mas fornece prisões.

O que fazer?

Algumas ações são mais simples que outras, mas todas são possíveis e qualquer uma delas, mesmo que seja uma só, fará toda a diferença. Lembre-se que sua participação é fundamental.

  • Diga somente GNU! Não se refira mais ao sistema operacional como Linux. Minha sugestão é que você sequer diga GNU/Linux. Mesmo que você não concorde plenamente, neste momento, ajuda muito se fizermos um esforço para reforçar o GNU. Estamos tentando virar o jogo, lembra? E depende muito apenas de você e de cada um de nós. Por que? Oras, porque quando você disser GNU, o desavisado não saberá ao que você se refere e essa é a oportunidade para falar sobre liberdade, compartilhamento que revoluciona e como essa ação tem o poder de transformar a sociedade. Linux? Isso é só mais um programa de computador que nem sequer é livre.
  • Não use mais o Tux. Adote outros mascotes para referenciar seu apreço pelo Software Livre. O Tux é o logo do Linux. Linux não é livre. Portanto esqueça o Tux. A fauna do Software Livre é imensa e com certeza você vai encontrar um outro animal que lhe agrade. Na dúvida, opte pelo próprio GNU.
  • Não use Linux. Existe um conjunto de distribuições GNU [4] que não usam Linux: Trisquel, Parábola e gNewSense são alguns exemplos. Esses sistemas operacionais usam um kernel chamado linux-libre [5], um Linux “desentuxicado” e mantido pela FSFLA, que funciona em qualquer outra distribuição, inclusive Debian, Fedora e openSuse.

É claro que a lista poderia ser muito mais longa, mas se você se comprometer a fazer apenas uma delas, podemos reverter o cenário e evitar a extinção do GNU.

Seja um “Amigo do GNU”, seja #maisGNU!!!

Saudações Livres!

Links do texto

[Sistemas Embarcados] Regras gerais

Pessoas,

A disciplina será dividida da seguinte maneira:

Trabalho de casa: 15%
Projeto (2-3 alunos por projeto): 20%
1º Exame (teórico): 15%
2º Exame (prático): 50%
  • Não irei fazer nenhuma revisão de arquitetura de computadores. Subentendo que vocês já estão sabendo pelo menos os conceitos básicos da disciplina. Também não farei nenhuma revisão de C. Presumo que TODOS são bons programadores da linguagem.
  • Simulador utilizado na disciplina – RI Tools disponível em: http://va.mu/BPWop
  • Para banco de conhecimento: Criar um Git – de preferência no GitHub.com – e fazer um follow em github.com/alsmoreira
  • Irei verificar todos os códigos gerados pelo Git e não quero códigos enviados por e-mail!
  • Datas de provas e de entrega de projetos, apenas quando a ata de presença estiver pronta.

Até

Upgrade Linux Mint “Qiana” 2 “Rebecca”

Maiores queixas que tenho dos alunos é sobre atualização de  distribuições Linux. Já falei a eles  que depois que programaram o “apt” o processo é simples, mudando apenas o nome nos arquivos de repositórios e seguir os passos usuais. Então vamos lá:

Em um terminal do Linux digite:

$ sudo su –

# cp -vax /etc/apt/sources.list.d/* /tmp

# sed -i s/qiana/rebecca/g /etc/apt/sources.list.d/*

# apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade

Ao final reinicie o computador e depois digite em um terminal “sudo apt-get autoremove“.

Pronto

Script para verificar o Hardware em Linux

Certos de que algum dia vocês precisam de algum programa para saber a configuração do hardware de uma máquina linux. Aqui segue um script que auxilia nisso:

#!/bin/sh

# Script para verificar configurações do computador
# CPU (and cores)
# CPU speed
# Memory
# Hard disks
# OS version

echo "Kernel Version: "
uname -a | awk '{print $3}'
echo " "
echo "Distribution: "
head -n1 /etc/issue
echo " "
echo "All partitions registered: "
cat /proc/partitions
echo " "
echo "Total disk space: "
fdisk -l | grep "Disk /dev"
echo " "
echo "Total RAM: "
free -h | grep "Mem:" | awk '{print $2}'
echo " "
echo "CPU info: "
cat /proc/cpuinfo | grep "model name" | head -n1 | awk '{print $4,$5,$6,$10}'
echo " "
echo "VGA device: "
lspci | grep "VGA" | awk '{print $5,$6,$7,$8,$9}'

 

Onde foi parar o /var/log/access no Fedora 20?

Hoje pela manhã, um aluno me disse que o nosso servidor teve 5000 acessos falhos via SSH por IP´s desconhecidos. Querendo saber mais informações sobre o problema acessei o servidor e fui verificar o famoso arquivo /var/log/access. No entanto para minha surpresa, o arquivo não existe mais. Os arquivos do syslog não são mais incluídos na instalação padrão do Fedora Linux.

Usuários acostumados em verificar o arquivo /var/log/messages devem agora se acostumar com o journalctl.

Exemplo de comandos:

comandos do jounalctl antigos comandos
journalctl less /var/log/messages
journalctl -f tail -f /var/log/messages
journalctl  ––unit named.service cat /var/log/messages | grep named
journalctl -f  ––unit sshd.service tail -f /var/log/access
journalctl -b dmesq

O interessante é que podemos verificar logs de uma última inicialização dos sistema através do comando:

$ journalctl -b -1

Outro comando interessante é que podemos verificar de um ponto específico através da opção –show-cursor:

$ journalctl -b -u sshd --show-cursor --since 8:00 | grep fail

O comando acima mostra as entradas do sshd contando a partir de 8:00 da manhã que tiveram falha na conexão.

Script para verificar vulnerabilidade Shellshock em sistemas baseados no RedHat (CentOS)

Em relação a este bug do bash, fiz um script para verificar se as máquinas do projeto RNP estão vulneráveis. Houve uma atualização que não resolveu completamente, então sairam novas atualizações durante esta semana. Para verificar se o sistema está vulnerável, baixem o script (ip_bash), e executem:

# ./ip_bash_block.sh

Só a título de informação, uma vulnerabilidade semelhante já existia no bash a muitos anos atrás chamado de bomba FORK que utilizava de conceitos semelhantes para tornar o sistema inoperante durante a execução do script. A solução era limitar o acesso de arquivos pelo kernel através do arquivo /etc/security/limits.conf e do PAM.

Expandindo o espaço do Linux Fedora 20 usando LVM

Um dos grandes problemas de quem trabalha com administração de sistemas é utilizar corretamente o espaço dos servidores. Por vezes criamos uma máquina virtual, alocamos um espaço e quando vemos este já está insuficiente para a quantidade de dados que está sendo gerado. Esta semana aconteceu isso no SIEP. Estamos passando por algumas modificações estruturais e percebemos que a antiga máquina servidora que tínhamos estava caindo aos pedaços. Surgiu a possibilidade de colocar tudo em um lugar novo, mas não sabíamos ao certo de quanto espaço precisaríamos. Chutamos 20 GB, porém com o passar dos dias percebemos que este espaço não era suficiente e que precisaríamos de pelo menos 40 GB. Percebi que a máquina foi feita com o VMWare e que poderíamos aumentar o espaço justamente por se tratar de um sistema que utiliza o LVM. Solicitei ao Administrador de Redes do IFPE que aumentasse o espaço pelo gerente do VMWare. Depois disso quando reiniciamos a máquina a mesma ainda estava com 20 GB, que para aumentar o espaço necessário seria necessário fazer algumas modificações:

É necessário fazer seu sistema reconhecer o espaço adicional, para isso siga os passos abaixo:

Acesse seu servidor via SSH, digite usuário e senha e execute a sequência de comandos abaixo como usuário root (Em negrito preto são os comandos que vocês devem digitar no shell):

Primeiro temos de criar uma partição com o novo espaço gerado:

# fdisk /dev/sda

Na linha abaixo digite ‘n’, para inserir uma nova partição.

Comando (m para ajuda)':' n 

Na linha abaixo digite ‘p’ e pressione Enter, para adicionar uma partição primária

Comando - ação
e   estendida
p   partição primária (1-4)
Comando (m para ajuda): p 

Em número da partição, digite 3 e pressione Enter;

Número da partição (1-4): 3 

Pressione Enter para default para o primeiro e último cilindro (os números de cilindro podem variar);

Primeiro cilindro (6528-13054, default 6528): 'Pressione Enter'
Using default value 6528
Last cilindro, +cilindros or +size{K,M,G} (6528-13054, default 13054): 'Pressione Enter'
Using default value 13054

Digite p para visualizar a nova partição criada, geralmente a última é a criada para adicionar ao LVM, no caso “sda3”. Anote essa partição, pois será necessário informar posteriormente ao LVM a nova partição criada;

Dispositivo Boot      Start         End      Blocks 	  Id   System
/dev/sda1   *          	 1             13         104391   	  83   Linux
/dev/sda2              	14           6527     52323705     8e   Linux LVM
/dev/sda3            	6528       7744     9775552+     83   Linux

Digite w para salvar e aplicar as alterações no disco;

A tabela de partições foi alterada
Chamando ioctl() para reler tabela de partições.
WARNING: Re-reading the partition table failed with error 16: Dispositivo ou recurso está ocupado.
The kernel still uses the old table.
The new table will be used at the next reboot.
Sincronizando discos.

Nota: Surgirá uma mensagem de Warning, avisando que as alterações só serão aplicados ao reiniciar o computador.

Em seguida reinicie o servidor com o comando ‘reboot’ para o sistema reconhecer as novas partições;

 # reboot 

Depois de reiniciado o sistema, acesse-o pelo shell como nos comandos a seguir:

$ su -
Password:
Last login: <date> on pts/0
# fdisk -l

O comando acima, mostra quais as partições disponíveis no nosso sistema. Será mostrado algo como:

Disk /dev/sda: 40 GiB, 42949672960 bytes, 83886080 sectors
Units: sectors of 1 * 512 = 512 bytes
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes

Disklabel type: dos
Disk identifier: '0x00004b1f'
Device Boot Start End Blocks Id System

/dev/sda1 * 2048 1026047 512000 83 Linux
/dev/sda2 1026048 41943039 20458496 8e Linux LVM
/dev/sda3 41943040 83886079 20971520 83 Linux

Disk /dev/mapper/fedora_siep-swap: 2 GiB, 2147483648 bytes, 4194304 sectors
Units: sectors of 1 * 512 = 512 bytes
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
Disk /dev/mapper/fedora_siep-root: 17.5 GiB, 18798870528 bytes, 36716544 sectors
Units: sectors of 1 * 512 = 512 bytes
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes

No nosso caso o novo espaço que o Administrador de Redes criou é o /dev/sda3 que está sem uso. Então temos de fazer o sistema linux reconhecer o mesmo.

Será necessário adicionar as partições ao LVM, para isso execute os comandos abaixo:

Crie a nova partição no LVM executando o comando abaixo:

# pvcreate /dev/sda3
Physical volume "/dev/sda3" successfully created

Colete o nome do VG Name ao qual será adicionado a nova partição com o comando vgdisplay:

# vgdisplay 
  --- Volume group ---
  VG Name               fedora_siep
  System ID             
  Format                lvm2
  Metadata Areas        1
  Metadata Sequence No  3
  VG Access             read/write
  VG Status             resizable
  MAX LV                0
  Cur LV                2
  Open LV               2
  Max PV                0
  Cur PV                1
  Act PV                1
  VG Size               19.51 GiB
  PE Size               4.00 MiB
  Total PE              4994
  Alloc PE / Size       4994 / 19.51 GiB
  Free  PE / Size       0 / 0   
  VG UUID               LvqqfR-UAo5-2YJd-K6Rv-eZ2q-qDnU-2tJEGK

Anote o nome do VolumeGroup ou VG Name, possivelmente será lvm1, mas no nosso caso é fedora_siep

Agora expanda o Volume fedora_siep adicionando o sda3:

# vgextend fedora_siep /dev/sda3
Volume group "fedora_siep" successfully extended

fedora_siep é o volume que deseja expandir, o 3 é o numero da partição criada)

Liste os volumes lógicos para identificar o volume a ser expandido com o comando lvscan:

# lvscan
ACTIVE            '/dev/fedora_siep/root' [17.51 GiB] inherit
ACTIVE            '/dev/fedora_siep/swap' [2.00 GiB] inherit

Estendemos o volume lógico da LVM com o valor disponibilizado pelo Administrador de Rede:

# lvextend -l +100%FREE /dev/fedora_siep/root
Extending logical volume root to 37.50 GiB
Logical volume root successfully resized

(assumindo que o VG se chama fedora_siep e o volume lógico a ser expandido se chama root, o -l +100%FREE deve ser usado para usar todo o espaço disponível para expansão)

Redimensionamos o sistema de arquivos da partição /lvm/root:

# resize2fs /dev/fedora_siep/root
resize2fs 1.42.8 (20-Jun-2013)
Filesystem at /dev/fedora_siep/root is mounted on /; on-line resizing required
old_desc_blocks = 2, new_desc_blocks = 3
The filesystem on /dev/fedora_siep/root is now 9831424 blocks long.

Reinicie o servidor novamente para finalizar o processo;

# reboot

Após o sistema ser carregado novamente, o espaço expandido no disco será reconhecido e já poderá ser utilizado. Para verificar utilize o comando df:

$ df -h
Filesystem                    Size  Used Avail Use% Mounted on
/dev/mapper/fedora_siep-root   37G  6,3G   29G  18% /
devtmpfs                      992M     0  992M   0% /dev
tmpfs                        1002M     0 1002M   0% /dev/shm
tmpfs                        1002M  712K 1001M   1% /run
tmpfs                        1002M     0 1002M   0% /sys/fs/cgroup
tmpfs                        1002M  8,0K 1002M   1% /tmp
/dev/sda1                     477M  115M  334M  26% /boot

Como instalar scp no CentOS 6.5

Esta semana, tentando mostrar a um aluno, como transferir arquivos de uma máquina local (CentOS) para uma remota apareceu a seguinte mensagem:

[root@gratia ~]# scp
-bash: scp: command not found

Achei estranho… então procurando pelos pacotes :

[root@gratia ~] yum list scp
openssh-clients

Notei que o comando está no pacote openssh-clients, então é só instalar:

[root@gratia ~]# yum install openssh-clients
Loaded plugins: fastestmirror
Loading mirror speeds from cached hostfile
* base: centos.secrel.com.br
* extras: centos.secrel.com.br
* updates: centos.ufes.br
Setting up Install Process
Resolving Dependencies
--> Running transaction check
---> Package openssh-clients.x86_64 0:5.3p1-94.el6 will be installed
--> Processing Dependency: libedit.so.0()(64bit) for package: openssh-clients-5.3p1-94.el6.x86_64
--> Running transaction check
---> Package libedit.x86_64 0:2.11-4.20080712cvs.1.el6 will be installed
--> Finished Dependency Resolution

.
.
.

Installed:
openssh-clients.x86_64 0:5.3p1-94.el6

Dependency Installed:
libedit.x86_64 0:2.11-4.20080712cvs.1.el6

Complete!

Agora é só testar!

[root@gratia ~]# scp
usage: scp [-1246BCpqrv] [-c cipher] [-F ssh_config] [-i identity_file]
[-l limit] [-o ssh_option] [-P port] [-S program]
[[user@]host1:]file1 ... [[user@]host2:]file2

Erro do Adobe em sistemas 64 bits

Novos sistemas, novos erros… Estou cansado de testar sistemas e encontrar erros. Desta vez é quando você termina de instalar o Adobe para linux e aparece a seguinte mensagem:

error while loading shared libraries: libgdk_pixbuf_xlib-2.0.so.0: cannot open shared object file: No such file or directory

Isso ocorre por conta do software ser de 32 bits e as bibliotecas para esta plataforma não vem instalado por padrão. Para consertar execute:

sudo aptitude install ia32-libs