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É um desses que queria em casa

Mostrei um outro dia um vídeo do PR2, base robótica, que fazia bolos. Agora ele está aqui novamente com dois vídeos legais. O primeiro é ele pegando uma cerveja no freezer e depois abrindo para a galera. O outro é o mesmo PR2 que está servindo um refrigerante. Queria um desses em casa, principalmente quando estou no escritório. Só aumentaria a velocidade de utilização dele. A velocidade dos vídeos foi aumentada, por isso que é rápido a exibição. A conta de luz no final do mês….

PR2 busca cerveja

PR2 busca refrigerante e coloca em um escravo para entregar

Celulares e dispositivos móveis serão carregados pelo poder da voz

Fonte: The Telegraph

Hoje pela manhã estava lendo algumas notícias interessantes e vi essa nota de uma nova pesquisa que promete uma maneira de recarregar celulares, usando nada além do poder da voz humana.
Engenheiros elétricos, do Institute of Nanotechnology at Sungkyunkwan University em Seul, têm desenvolvido uma nova técnica para transformar o som em eletricidade, permitindo que um celular ou dispositivos móveis possam ser alimentados enquanto seu usuário mantém uma conversa.
A tecnologia também seria capaz de aproveitar o ruído de fundo e até mesmo música para carregar um telefone enquanto ele não estiver em uso.
Já vi algumas iniciativas que usam o batimento cardíaco e até mesmo o movimento para recarregar tais dispositivos. Esse agora me preocupa, pois várias vezes vi reportagens que dizem que o usuário deve usar menos o telefone por risco de problemas provenientes das ondas (até boate de câncer). Se essa tecnologia for disponibilizada e se for comprovada que celular em demasia faz mal, lascou o povo…

Projeto Sixth Sense

Queria agradecer o aluno Caio Vital pela informação referente a realidade aumentada e o vídeo a seguir. Sixth Sense é uma interface que aumenta o mundo físico ao nosso redor. Permite-nos utilizar gestos naturais para interagir com  informação ao nosso redor.

Quando encontramos algo, ou alguém a algum lugar, nós usamos os nossos cinco sentidos naturais para perceber informações sobre ele, essa informação nos ajudará a tomar decisões e escolheram o que ação tomar. Mas sem dúvida a mais informações úteis que podem ajudar-nos a tomar a decisão certa não é perceptível naturalmente com os nossos cinco sentidos, ou seja, os dados, informações e conhecimentos que a humanidade tem acumulado cerca de tudo e que é cada vez mais todos os meios disponíveis online.

O protótipo do SixthSense é composto de um projetor bolso, um espelho e uma câmera. Os componentes de hardware são acoplados em um pingente como dispositivo móvel. Tanto o projetor e a câmara estão ligadas à um dispositivo no bolso do usuário. O projetor permite projetar asinformações em superfícies, paredes e objetos físicos em torno de nós para ser utilizado como interfaces; enquanto a câmera reconhece e trilhas do usuário mão gestos e objectos físicos utilizando visão por computador baseado técnicas. O software processa os dados de captura do vídeo pela câmera e acompanha a localização dos marcadores coloridos (monitoramento visual) na ponta dos dedos do usuário usando técnicas simples de movimentos.

Os movimentos e disposições dos marcadores são interpretadas em gestos que funcionam como interação para a aplicação projetada.
Veja mais sobre o projeto no site: http://www.pranavmistry.com/projects/sixthsense/

Programa imprime fotos táteis, que cegos podem ‘ver’

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI211964-17770,00-PROGRAMA+FAZ+FOTOS+QUE+CEGOS+PODEM+VER.html

Em um mundo cercado de imagens, muitas delas apenas na tela do computador, quem não consegue enxergar acaba perdendo uma grande parte da experiência sensorial do mundo que o cerca. Existem algumas tecnologias para ampliar o acesso dos deficientes visuais aos meios eletrônicos, mas quando se trata de fotografia, os avanços são tímidos.

Editora Globo

Inspirado por um pesquisador deficiente visual que se queixava da falta de informações gráficas, o pesquisador Baoxin Li, da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos, iniciou seu trabalho no desenvolvimento de um programa que transforma fotografias comuns em imagens que podem ser “vistas” por deficientes visuais.

O programa usa um algoritmo que captura as linhas essenciais para a percepção de um rosto e forma uma imagem que pode ser impressa em alto relevo. O software não traduz todas as expressões em relevo, porque tornaria a imagem poluída demais, ele seleciona apenas as linhas de maior relevância para a compreensão do rosto. A foto pode passar para o papel por meio de uma impressora tátil em cerca de um minuto.

Por enquanto, os programa só transforma fotografia de rosto, mas os pesquisadores esperam desenvolver em breve uma forma de fazer mapas em alto relevo. As impressoras táteis normalmente existem apenas em instituições especializadas em deficientes visuais. Mas Li disse ao Discovery News que logo as fotografias que passarem por seu programa poderão ser sentidas por cegos usando gadgets que permitirão sensações táteis.

Chineses conseguem armazenar dados em DNA. [Seu próximo HD pode ser 1GB de bactéria!]

Fonte: Lista de Modelos e Sistemas Comunicantes www.modsc.org

O objetivo de inserir mais e mais dados em espaços menores continua, mas tanto os materiais quando as técnicas atuais têm seus limites. E foi olhando para uma bactéria que pesquisadores da Universidade Chinesa de Hong Kong descobriram uma saída para o avanço no armazenamento de dados.

A equipe já conseguiu armazenar 90GB de dados em 1 grama de células e também desenvolveu um sistema de armazenamento que realiza a criptografia de dados por meio do DNA. Um sistema pega os dados originais e os transforma em números e, então, os codifica em uma sequência de DNA. Esse processo também comprime dados para permitir mais espaço de armazenamento na mesma sequência de DNA.

Os testes ainda estão em andamento, mas o time de pesquisadores já provou que pode converter os dados e armazená-los no DNA e retirá-los de volta sem perder qualquer informação. Eles também acreditam que outros dados como imagens, texto, música ou vídeo, podem ser armazenados com este método. O próximo passo é começar a inserção de códigos de barras em organismos sintéticos como uma forma de distinguir os sintéticos dos naturais. Moral da história! Se tu abrir o HD agora morre…

Agora vem a pergunta: Se eu espirrar no HD vou ganhar alguns giga extras?

Java – O filme

The Lego Computer

Fonte: http://legocomputer.com/

Grande sacada do cara, que segundo ele, construiu tudo com seu filho de 6 anos de idade. Algumas fotos podem ser vistas aqui. O sistema é Windows 98. :p

GNU Project launches accessibility initiative

Fonte: http://lwn.net/Articles/387167/rss

GNU Project appoints director of access technology software and publishes GNU Accessibility Statement

http://www.fsf.org/news/chris-hofstader-gnu-access-techno…

BOSTON, Massachusetts, USA — Tuesday , May 11, 2010 — The Free Software Foundation (FSF) today announced the appointment of Chris Hofstader as director of access technology software for its GNU Project, and the publication of the GNU Accessibility Statement.

http://www.gnu.org/accessibility/

GNU Accessibility is a free software pan-disability initiative to create features that can be used by people with low vision, deafness, learning and reading disabilities, and for people with mobility and other
physical issues who can use an on-screen keyboard.

According to the United Nations in 2005, there were 600 million people with disabilities in the world — an exceptionally large and disenfranchised group.

To use computers, many people with disabilities need special software known as “access technology.” Like other programs, these can be free software or proprietary. Those which are free software respect the
freedom of their users; the rest, proprietary programs, subject those users to the power of the program’s owner.

When people with disabilities use proprietary access technology, they have little or no way to correct whatever is wrong with it. People with unusual combinations of disabilities, who require relatively unusual
software, or who encounter a bug that keeps them from doing their job, have no way to get the changes they need made. These products are only changed or improved when the vendors see a business reason for doing the work; this leaves many users behind.

Talking about his appointment as director of access technology, Chris Hofstader said, “The FSF has led the software world to an understanding of the importance of computer user freedom, but there is still much more to do to achieve accessibility for people with disability in free software. There are a number of projects in this area that have been hurt badly by recent layoffs at some large technology companies, and there is a vacuum in leadership on this issue in the free software world. Our first major tasks include finding free access technology software and cataloging it, raising awareness of what can be done to improve access for people with disability, and finding people to help us make programs accessible.”

The inventory of free access technology is an ongoing process, but GNU is actively recruiting volunteers in all areas of tasks that can be performed to expand the accessibility of free systems. “Some of the
tasks are obviously very technical and will require relatively senior programmers, but many others, ranging from writing documents on a wide array of best practices, universal design as it applies to free access technology, testing programs that claim to be accessible with free access technology, helping webmasters make their sites become more accessible, and literally dozens of other things to do to further this
cause, can be done by people with different skills,” continued Hofstader.

In order for access technology to work, the other software in use must interoperate with it. The majority of computer programs and web sites (85% in one estimate) do not comply with accessibility standards and guidelines, so they do not work with access technology. They provide a frustrating experience, and can bar users from jobs or school activities.

“Software accessibility is increasingly important to all concerned. We are thrilled, therefore, to welcome the new emphasis on accessibility from the GNU Project,” said Janina Sajka, the chair of open accessibility at the Linux Foundation. Sajka continued, “We aim to work together with GNU to achieve solid, user-friendly enhancements to the computing environments available to persons with disabilities. This is indeed a very welcome development.”

Sina Bahram, a leader in the world of software development by people with vision impairment, a blind user of access technology, and a PhD candidate in human computer interfaces (HCI) at North Carolina State
University said, “I am delighted to see that the FSF has recently added its strong and influential voice to the growing and crucial movement for accessibility, universal design, and software freedom for all. Given the myriad of ever present and growing perils to both software and cyber freedom, it is extremely heartening to see the FSF take a firm stand on accessibility by encouraging all developers to strive to do better in this space. It is my firm belief that free software has already done and will continue to do so much to revolutionize accessibility for all users. The FSF’s commitment to this cause helps guarantee success”.

Hofstader has been a software engineer for about thirty years. Along with Richard Stallman, he co-founded the League for Programming Freedom (http://progfree.org/) and supported himself making mostly proprietary software. He had a moderate to severe vision impairment until he was about 35, when he slid into profound blindness. He then took a job at the company that makes the most popular proprietary software used by people with vision impairment, believing incorrectly that a well-funded, profit-oriented company would be able to make the best software for people with disabilities. Hofstader left that job about six years ago and has been working in the research and development area of access technology since. He officially joined the GNU Project in February of this year.

Presente para meus sobrinhos

Já sei o que dá de presente para os pestinhas!

Disponível em ThinkGeek.com

Processador molecular imita o cérebro humano

Agradecimento ao Aluno Carlos Roberto.

Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica – 26/04/2010

Uma equipe de pesquisadores do Japão e dos Estados Unidos anunciou a criação de um circuito capaz de evoluir e resolver problemas extremamente complexos de forma naturalmente paralela, de forma semelhante ao que acontece no cérebro humano.

Inserido nas pesquisas da chamada computação molecular, o feito inédito representa uma mudança de paradigma em relação à atual computação digital, baseada na solução sequencial de problemas.

Segundo os cientistas, o circuito molecular orgânico é a primeira demonstração prática já feita de um “circuito capaz de evoluir”, inspirado no mesmo processo usado pelo cérebro humano.

Processamento neural

Os circuitos de processamento de dados dos computadores digitais são estáticos – uma vez construídos, eles serão capazes de fazer sempre as mesmas operações.

Nos nossos cérebros, ao contrário, os circuitos de processamento de informações – os neurônios e suas redes – evoluem continuamente para resolver problemas novos e mais complexos.

“Os computadores modernos são muito rápidos, capazes de executar trilhões de operações por segundo. Nossos neurônios, por outro lado, somente disparam cerca de mil vezes por segundo. Mas isso me permite ver você, reconhecê-lo, falar com você e ouvir alguém andando no corredor, tudo simultaneamente. Isso é uma tarefa impraticável mesmo para o mais rápido supercomputador,” disse Ranjit Pati, um dos autores do trabalho.

Pati afirma que o computador molecular foi ideia do seu colega Anirban Bandyopadhyay, ambos atualmente pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan. Seus colaboradores japoneses trabalham no Instituto Nacional de Ciências dos Materiais e no Instituto de Tecnologia da Informação do Japão.

Processamento paralelo

Criado processador molecular que imita cérebro humano

As moléculas do processador orgânico podem chavear entre quatro estados condutores – 0, 1, 2 e 3 – ao contrário dos sistemas binários dos computadores digitais, que estão limitados a 0s e 1s. [Imagem: Bandyopadhyay et al./Nature Physics]

Apesar da aparente lentidão do cérebro humano em relação aos computadores – comparando a velocidade de chaveamento dos transístores (1013) e a velocidade de disparo dos neurônios (103) – os computadores atuais somente operam seqüencialmente. Uma vez estabelecida uma rota ao longo do seu circuito, isto nunca irá mudar.

No nosso cérebro, ao contrário, os impulsos elétricos formam vastas redes dinâmicas, que evoluem constantemente, e que operam coletivamente. É por isto que é tão difícil transportar a forma de resolver problemas do cérebro humano para os computadores.

Da mesma forma, o “circuito evolutivo” deste novo processador molecular é massivamente paralelo, permitindo interconexões simultâneas de até 300 bits.

Processador molecular evolutivo

Para construir o seu processador orgânico evolucionário, os cientistas usaram a DDQ, uma molécula hexagonal feita de nitrogênio, oxigênio, cloro e carbono. As moléculas DDQ se estabeleceram por conta própria, em um processo chamado automontagem, formando duas camadas sobre um substrato de ouro.

As moléculas DDQ podem chavear entre quatro estados condutores – 0, 1, 2 e 3 – ao contrário dos sistemas binários dos computadores digitais, que estão limitados a 0s e 1s.

“A melhor parte é que aproximadamente 300 moléculas ‘falam’ umas com as outras de uma vez só durante o processamento das informações,” explica Pati. “Nós realmente imitamos como os neurônios se comportam no cérebro.”

Solução de problemas intratáveis

As cadeias de chaves moleculares, capazes de interagirem simultaneamente, poderão permitir a solução de problemas hoje intratáveis e para os quais não existem nem mesmo algoritmos que possam ser codificados para rodarem nos computadores atuais.

Criado processador molecular que imita cérebro humano

As cadeias de chaves moleculares, capazes de interagirem simultaneamente, poderão permitir a solução de problemas hoje intratáveis e para os quais não existem nem mesmo algoritmos que possam ser codificados para rodarem nos computadores atuais. [Imagem: Bandyopadhyay et al./Nature Physics]

Isto está levando os cientistas a considerarem que essa nova arquitetura, se tornada prática, será capaz de produzir soluções para problemas como a previsão de calamidades naturais ou o surgimento de epidemias – exemplos de situações complexas demais para os computadores atuais.

Para demonstrar essa capacidade, os cientistas simularam dois fenômenos naturais utilizando apenas seu processador molecular: a difusão de calor e a evolução de células cancerosas. Eles também resolveram problemas de lógica clássica, incluindo os complicados diagramas de Voronoi.

Arquitetura paralela

Como é baseado em uma camada molecular orgânica, o novo processador biologicamente inspirado ainda é capaz de se autoconsertar se surgir algum defeito – da mesma forma que, quando um neurônio morre, outro neurônio assume sua função.

“Além de representar uma mudança conceitual do processamento serial com arquiteturas estáticas, nossa abordagem paralela e dinamicamente reconfigurável poderá fornecer meios de resolver problemas computacionais intratáveis por qualquer outro meio,” dizem os pesquisadores em seu artigo.

Bibliografia:

Massively parallel computing on an organic molecular layer
Anirban Bandyopadhyay, Ranjit Pati, Satyajit Sahu, Ferdinand Peper, Daisuke Fujita
Nature Physics
25 April 2010
Vol.: Published online before print
DOI: 10.1038/nphys1636