Category Archives: Tecnologia

Firefox + Vostro 3450 + Windows 8.1 = Crash

Recentemente notei que após a atualização do meu notebook Vostro modelo 3450 para o Windows 8.1, o firefox parou de funcionar. Toda vez que inicializava a mensagem de erro aparecia. O motivo é que a Dell ao lançar este notebook, o modelo inicial da placa de vídeo era a AMD Radeon 6600, e não sei qual o motivo ela atualizou o mesmo com os drives da placa AMD Radeon 7650. Desta forma como o Firefox utiliza aceleração de vídeo via hardware, o mesmo não funciona com os drives assinalados inicialmente para a placa 7650. Para resolver:

  • Instale o Firefox normalmente (http://www.firefox.com);
  • Abra um comando de execução (<Tecla Windows> + <R>);
  • Digite: firefox -safe-mode
  • Depois abra o menu Option, vá na aba Advanced e desmarque a opção Use hardware acceleration when available
  • Feche e firefox e abra novamente pelo ícone, normalmente.

Desta forma ele volta a funcionar no notebook. Até agora não vi diferença alguma em usar a opção e não. Uma outra solução na qual estou utilizando é baixar o Waterfox (http://www.waterfoxproject.org), na qual utiliza um fork do projeto mozilla porém com o aplicativo pronto para 64 bits. Está funcionando uma beleza sem precisar de gambiarras.

Colocando o Nemo como o gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu 13.04

De certa forma esta dica é tão simples que chega a ser ridícula. O Nautilus, ainda é o padrão em sistemas Ubuntu, mas aos poucos vem perdendo espaço para o Nemo, que é bem leve e com uma série de add-ons para dropbox, filesystems, etc… Para colocar o gerenciador de arquivos Nemo como o padrão do sistema Linux Ubuntu 13.04:

1 – Abra um terminal (CRTL+ALT+T)

2 – Digite: sudo mv /usr/bin/nautilus /usr/bin/nautilus.bak && sudo ln -s /usr/bin/nemo /usr/bin/nautilus

Pronto.

Observações sobre TCC

Alunos de TCC I e TCC II. Prestem atenção as normas do TCC do Instituto. Alguns alunos estiveram me procurando dizendo que podem apresentar o trabalho o dia que quiser. Só que não é bem assim. Segundo as normas do TCC:

Art. 38 – A nota final do TCC deverá ser a média aritmética das notas atribuídas ao estudante pelos membros da Banca Examinadora.
§1º- Numa escala de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), o estudante estará aprovado no componente curricular TCC, se obtiver nota mínima igual a 7,0 (sete), sendo essa aferida pela Banca Examinadora.
§2º – O estudante reprovado na apresentação ou defesa do TCC, deverá retornar às orientações desse componente curricular e terá o prazo de um semestre letivo para apresentar o seu novo trabalho, devendo, para isso, matricular-se novamente no componente curricular TCC.
Vejam que o parágrafo 2  deixa bem claro que o aluno não aprovado em TCC deverá fazer novamente o componente curricular. Por isso que a nota da segunda avaliação de TCC II é a nota da apresentação. Fica sem sentido o aluno ser aprovado na cadeira de TCC II e depois o mesmo é reprovado na apresentação. Eu teria de voltar atrás na digitação das notas e colocar a nota do aluno da apresentação. O aluno terá de ser reprovado! Caso o aluno não apresente a versão final à coordenação para defesa ainda no período de aula, fica muito difícil eu digitar as notas fora do prazo estipulado pelo Q-Acadêmico. Caso algum aluno deseje apresentar fora do período que foi acertado na cadeira, entre em contato comigo para que eu faça um memorando à Direção de Ensino, informando sobre o ocorrido e que a responsabilidade da nota é do orientador deste e não mais a minha pessoa. Ficando desta forma, eu me redimo de qualquer responsabilidade por qualquer problema que tenha.

Desligar o Windows 8 – Forma fácil

O que mais me irrita é a forma de querer dificultar as coisas com a MS. Por que diabos eles tiraram o botão iniciar de forma fácil?

Para contornar isso faça o seguinte:

1 – Crie um atalho no Windows na área de trabalho para o seguinte comando:

shutdown.exe -s -t 0

2 – Coloque o nome do atalho de Desligar

3 – Crie um novo atalho no Windows na área de trabalho com este outro comando:

shutdown.exe -r -t 0

4 – Coloque o nome de Reiniciar

5 – (Opcional) Se quiser um botão para logoff do Usuário, crie um novo atalho e coloque o comando:

logoff.exe

6 – Altere os ícones. No meu caso coloquei os seguintes ícones para os atalhos:

botoes

Próximo passo é selecionar os ícones, clicar com o botão direito e escolher a opção: “Fixar na tela inicial” Como na figura a seguir:

botoes2

Pronto! Agora é só verificar os ícones na tela inicial do Windows.

botoes3

O que aconteceu com meu “Recent Items” / “Documentos Recentes” no Windows 8?

Recentemente por conselho de meu amigo Helmut Kemper, acabei por formatar meu computador e instalar o Windows 8. Primeiro que precisava verificar na vera o uso do recurso do UEFI que já existia no meu notebook, e segundo porque o meu Windows 7 só funcionava se executasse o sistema em modo de Administrador. Fiz um script do RegEdit que resolve este problema, que o mesmo pode ser baixado aqui. Mas resolvi começar de novo. O que é engraçado que o computador inicializa de forma super rápida! Já que não deve ter que carregar tudo na inicialização. Embora de certa forma alguns controladores são inicializados no momento de apresentação da tela de logon. Usando o computador hoje percebi que os “Documentos Recentes” sumiu, já que não tem mais o menu iniciar. A solução: Criei um atalho para itens recentes na área de trabalho do windows.

Procedimentos:

1 – Clicar com o botão direto do mouse na área de trabalho e escolha Novo –> Atalho…

2 – Colocar o caminho C:\Users\<usuário>\Recent 

O nome <usuário> é o nome do seu login do windows. No meu caso é Anderson. Deve ficar como na figura abaixo:

atalho

3 – Clique em Avançar, coloque um nome. No caso coloquei o nome de “Documentos Recentes” e depois em Finalizar.

Irá aparecer um ícone como a seguir:

icone

Pronto! Quando você abrir Clicar no Atalho, os seus documentos abertos recentemente irá aparecer.

Posso apagar permanentemente os dados de meu HDD?

eraseClaro que sim! Hoje pela manhã dois alunos meus, Amilton Luiz e Diego Maranhão estavam me perguntando como apagar um arquivo definitivamente no HDD e se o defrag é útil e se não já deveria ter sido removido dos atuais SO. Eu respondi que poderia ser removido sim! Isso mesmo meu amigo que está lendo esse post, o seu sistema operacional Windows pode sim conviver sem o defrag. O utilitário defrag da Microsoft foi utilizado primeiro no MS-DOS 6.0 e depois em todas as versões do Windows que é projetado para ajustar cronologicamente a ordem em que os dados no disco rígido é alocado.

A teoria por trás defrag é colocar cada programa de forma ordenada, em vez de dispersos por toda a unidade de disco rígido, permitindo que a cabeça de leitura e gravação acessem os dados mais rápido. O Windows 98 SE inclui uma versão melhorada do defrag que é nada mais nada menos que colocar os dados mais acessados frequentemente no início da unidade, permitindo que a cabeça de leitura e gravação se distancie menos em seu deslocamento, tornando o computador mais rápido.

Atualmente, a não ser que o disco rígido esteja seriamente fragmentado, você não irá notar uma diferença significativa após desfragmentar o computador. Como os atuais sistemas de arquivos são muito mais confiáveis, isso porque estes mantém um registo das operações em múltiplas tabelas. Um exemplo: Quando o comando CHKDSK for executado em FAT ou FAT32, a coerência de ponteiros dentro do diretório, a alocação e tabelas de arquivo estão sendo verificados. Com os sistemas atuais, um log de operações com esses componentes é mantida, de forma que o CHKDSK só precisa reverter as transações para o último commit point, a fim de manter coerência dentro do SO.

erase-hard-drive-dbanTambém os atuais sistemas evitam que erros se propaguem em todo um setor (se quiser saber mais sobre setores, aconselho acessar esse link) de duas formas diferentes: 1 – não utilizando objetos especiais no disco e o rastreamento e proteção de todos os objetos que estão no disco; 2 – cópias múltiplas (o número depende do tamanho do volume) da tabela de alocação de arquivos mestre são mantidos. Desta forma sempre que um espaço vazio surge, este já é alocado por alguma outra informação. Você por acaso já viu um defrag no Linux? Não sei porque ainda é mantido no Windows… A explicação é que este pode ser de grande valia para ajudar a apagar definitivamente um arquivo em seu HDD.

 

Existem alguns passos que devem ser realizados:

1. Exclua o arquivo e esvazie a lixeira. Os arquivos não serão mais recuperados, no entanto alguém analisar a estrutura do disco rígido pode ser capaz de recuperar alguns dados. Algumas empresas tais como a Recovery DataData Recovery. (estranho só muda a ordem dos nomes! Deve ser o mesmo dono) cobram caro por este serviço. Então se sua esposa ou namorada querer ver as fotos deletadas da festa da noite anterior, não deixe ela levar o seu HDD a esses lugares. Por que isso é possível, porque os dados continuarão a ser gravadas nos  setores/clusters do disco até algum outro(s) arquivo(s) começar(em) a utilizar este espaço;

2. Após a exclusão, desfragmentar o disco rígido: este vai reorganizar alguns dos arquivos, de modo que existe a a possibilidade de que os clusters que foram usados para o arquivo que foi excluído seja reescrito e as informações não poderão mais ser recuperadas. Mesmo assim, no entanto, é possível que nem todos os agregados que pertencem aos arquivos que foram excluídos será reescrito. Olha o medo;

3. Reformatar o disco rígido, copiar suas coisas em outro lugar, e reformatar o disco rígido e desfragmentar outra vez. Não estou falando de uma formatação rápida, mas sobre a formatação completa! FULL! Como diz Nadilson: “até sair sangue do HDD…”, – isso evitará qualquer informação anterior que tenha sido removida seja recuperada. Observações: você precisa de um bom motivo para aplicar os passos 2 – 3. Passo 1 deve ser suficiente.

Porém tem as ver~soes alternativas. Alguns meios militares utilizam uma ferramenta chamada BCWipe da Jetico. Algumas pessoas dizem que o BCWipe é uma ferramenta tão poderosa e eficaz para limpar completamente os dados, que eles não permitem que outros funcionários coloquem outro software no computador. Na verdade essa ferramenta utiliza diversos padrões de limpeza paramilitares, entre eles podemos citar o padrão DoD 5220.22-M do Departamento de Defesa dis EUA. Outra ferramenta muito boa e que já utilizei é o da WhiteCanyon, que é muito similar a BDWipe porém com algumas funcionalidades que evitam que o arquivo seja utilizado a mesma vez no mesmo setor! Também podemos utilizar o Darik’s Boot And Nuke, que como o nome diz, é uma bomba! Estou colocando no final do post as referências caso alguém queira saber mais. O meu método mesmo é deixar do lado de minha mesa uma marreta e um litro de álcool, caso algo aconteça.

http://www.jetico.com/wiping-bcwipe/

http://www.jetico.com/wiping-bcwipe-total-wipe-out/

http://support.microsoft.com/kb/100108

http://how-to-erase-hard-drive.com/dod.htm

http://www.dban.org/

http://www.whitecanyon.com/whitecanyon-home-consumer

Como os dados são armazenados em um HDD?

Recentemente trabalhando com meus alunos sempre vem a dúvida de como os dados são realmente gravados em disco. Quando digo gravado é “gravado” mesmo. Sem essa de 1 e 0 pois assim todo mundo sabe. A unidade de disco rígido (Hard Disk Drive) é rígido por causa da velocidade de rotação. O tamanho do furo no meio do disco também é proporcional ao tamanho da circunferência do dispositivo. Imagine se o disco fosse flexível, rodando a 3000 rpm? Pegaria fogo! e este é impulsionado mecanicamente por algumas partes que compõe o mesmo.

disco_hddA algum tempo atrás os computadores eram limitados a fitas, em seguida disquetes até chegarem aos discos rígidos e os atuais dispositivos de estado sólido (SSD). Todos estes trabalhos, de certa forma, foram construídos com algumas semelhanças. O problema com as fitas e disquetes é que eles dobram. Esta situação distorce a informação armazenada neles limitando a velocidade em que a informações podem ser escritas.

Um disco rígido, por outro lado, é feita de metal (ferro) e não dobra tão facilmente (se você fizer isso está no ramo errado! deveria estar em um circo trabalhando ou na área esportiva). O significado disso é que a informação é muito mais coerente. Este ferro é especialmente feito para ser não-magnético! Antes que vocês achem que estou louco, na verdade os discos possuem pouca condutividade. Se você remover um disco rígido notará que estes não são facilmente apanhados com um ímã.

esquema_discoExistem diversos tipos de discos (plano, circular com pedaços de metal) dentro de uma unidade de dispositivo rígida que gira muito rápido (tenho um corte em minha mão pois inventei de pegar um disco enquanto o mesmo girava). Estes discos têm uma fina camada de uma substância que pode ser facilmente imantada, como óxido de ferro ou dióxido de crómio. Ao lado desses discos existe uma “cabeça” é de leitura/gravação localizada no braço. Este é composto por um pequeno filete de material composto de ferrite com uma bobina enrolada em volta.

Quando o disco é acionado e o mesmo gira, o ar (isso mesmo ar! dentro do disco tem de ter um vácuo semi completo) que está dentro da caixa do dispositivo mantém a cabeça próxima a superfície, sem ter contato com o disco, mas ele está tão próximo o suficiente para fazer o seu trabalho. Quando os pequenos pulsos de eletricidade são passadas através da bobina ao redor o núcleo de ferrite, este provoca um campo magnético. Este campo magnético, gerada pela parte na ponta do braço com um tamanho pouco menor que uma gota de água, magnetiza a superfície do disco. Aí a mágica acontece.

Uma maneira simples de gravação de dados é utilizar a seguinte conotação: para gravar um pulso magnético coloca o valor igual a 1 e um pulso reverso o valor zero. Os valores de 1 (um) e 0 (zero) são parte do sistema de números binários, utilizada em todo o computador. Quem faz isso é o atuador, que transmite a informação para interface de dados. Ele é apenas convertido para frente ou para trás entre decimal e binário quando você digitar as coisas ou quando ler na tela. Mesmo assim, continua em grupos binários chamados bytes (8), palavras (16), dupla palavra (32), quadri palavras (64) tbytes (80) e assim por diante.

Como um exemplo, a letra ‘A‘ é representado por o número decimal 65. Convertido para binário em grupos de oito 1 (uns) e 0 (zeros) só é 01000001. Quando você digita um ‘A‘, o teclado envia esta informação para o computador (junto com um código de leitura – também chamado de scan code). Atualmente, existem melhorias e formas mais rápidas para leitura e gravação de dados, através de codificações específicas. Há uma série de sistemas de codificações, tais como NRZ, NRZI, FM, MFM, dibits e muitos outros. Quem quiser mais informações é legal acessa nossa área de material de aula com a parte de arquitetura de computadores, mais especificamente, Aula 3 e 4 – link http://va.mu/JlZn.

Programa de Estágio Grupo Neoenergia 2013

Atenção alunos do IFPE.

A Neoenergia é um dos maiores grupos do setor elétrico brasileiro, atuando em toda a cadeia de produção da energia elétrica, com negócios nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização.

Perfil do Estagiário Neoenergia:

  • Previsão de Formatura: de Dezembro/2014 a Dezembro/2015;
  • Cursos Elegíveis: Administração, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Sistemas de Informação, Geografia, Geologia, Pedagogia e Psicologia.
  • Os candidatos interessados devem se inscrever no site: www.neoenergia.com
  • As inscrições recebidas até 27/03 serão consideradas para admissão em Maio/2013.
  • Inscrições após essa data serão consideradas para admissões no 2º semestre de 2013.

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Horário 2012-1

HORÁRIO DE AULAS
ANDERSON LUIZ SOUZA MOREIRA – 2012 / 1
DIA 4ª-FEIRA 6ª-FEIRA
HORÁRIO
7:00~10:20 Aula TCC 1  

 

12:50~17:40  

 

Aula TCC 2

 

MAPA DE SALAS
IDENTIFICAÇÃO DESCRIÇÃO LOCALIZAÇÃO
FM02 Sala Csin-02 Mezanino – Bloco F
FM03 Sala Csin-03 Mezanino – Bloco F

O que é Computação nas Nuvens? (Cloud Computing)

Texto teve como base o site do Eucalyptus

O que é Cloud Computing?

Cloud computing é o acesso a computadores e suas funcionalidades através da Internet ou uma rede local. Usuários que requisitam serviços na nuvem tem acesso a partir de um conjunto de serviços web que gerenciam um pool de recursos computacionais (isto é, máquinas, rede, armazenamento, sistemas operacionais, ambientes de desenvolvimento de aplicativos, programas de aplicação). Quando concedido, uma fração dos recursos disponíveis é dedicada ao usuário solicitante até que este seja liberado. Ele é chamado de “cloud computing” porque o usuário não pode realmente ver ou especificar a localização física e organização dos equipamentos de hospedagem dos recursos até que os usuários tenham permissão para usar. Ou seja, os recursos são provenientes de uma “nuvem” de recursos quando estes são concedidos a um ou mais usuários e volta para a nuvem quando são liberados. A “nuvem” é um conjunto de máquinas e serviços web que implementam a computação em nuvem.

Qual é a relação entre virtualização e computação em nuvem?

Virtualização é a capacidade de executar “máquinas virtuais” em cima de um “hypervisor” assim como o VMWare. Uma máquina virtual (VM) é uma implementação de software de uma máquina (ou seja, um computador) que executa programas como uma máquina física. Cada VM inclui o seu próprio kernel, sistema operacional, bibliotecas de suporte e das aplicações. Um hypervisor fornece uma abstração uniforme da máquina física subjacente. Várias máquinas virtuais podem ser executadas simultaneamente em um único hypervisor. A dissociação da VM a partir de um hardware físico permite que a mesma VM seja executada em diferentes máquinas físicas. Assim, a virtualização é visto como um facilitador para a computação em nuvem, permitindo que o provedor de computação em nuvem tenha flexibilidade necessária para se mover e alocar os recursos de computação solicitados por usuários onde quer que os recursos físicos disponíveis estejam.

Como são classificadas as nuvens?

Dada a definição do termo “nuvem”, a taxonomia atual as diferencia, tanto em termos de ofertas de serviços quanto de tipos. Ao categorizar as ofertas de serviços em nuvem, muitas vezes, referem-se em termos de “estilo de serviço”, dependendo da parte da pilha de software fornecido como um serviço. Os estilos de serviço mais comum são referido pelos acrônimos IaaS, PaaS e SaaS. Alguns tipos (incluindo públicas, privadas e híbridas) referem-se a natureza do acesso e controle com relação ao uso e provisionamento de recursos físicos e virtuais.

Quais são os estilos mais popular serviço nuvem?

IaaS
Nuvens IaaS (Infrastructure as a Service) proporciona o acesso a coleções de recursos do computador virtualizado hardware, incluindo máquinas, rede e armazenamento. Com IaaS, os usuários podem montar seu próprio cluster virtual. Eles que são responsáveis ​​pela instalação, manutenção e execução dos softwares.
PaaS
PaaS (Platform as a Service) fornece acesso a uma programação ou ambiente de execução com computação escalável e de estruturas de dados incorporado. Com PaaS, os usuários desenvolvem e executam suas próprias aplicações dentro de um ambiente oferecido pelo prestador de serviço.
SaaS
Nuvens SaaS (Software as a Service) fornece acesso a coleções de programas de aplicação de software. Provedores de SaaS oferecem aos usuários acesso a programas de aplicação específica controlado e executado em infra-estrutura do provedor. SaaS é muitas vezes referida como “Software on Demand”.

Porque usar Cloud Computing?

Computação em nuvem é visto por alguns como um modelo para o futuro da distribuição e acesso de recursos de computação, pois oferece as seguintes vantagens potenciais:

  • Self-service de provisionamento: Permite que os usuários possam implantar seus próprios conjuntos de recursos de computação (máquinas, de rede, armazenamento, etc) quando necessário, sem os atrasos e complicações normalmente envolvidas na aquisição de recursos; TI suporta personalização e melhoria contínua da experiência do usuário nuvem, enquanto monitoramento, gerenciamento e expandindo, conforme necessário a infra-estrutura cloud subjacente.
  • Escalabilidade: separa as necessidades flutuantes de usuários individuais a partir de restrições de infra-estrutura típica, portanto, facilmente acomodar o rápido aumento ou diminuição na demanda de recursos.
  • Confiabilidade e tolerância a falhas: a TI pode se concentrar em melhorar peças críticas de infra-estrutura para atingir pré-determinados níveis de confiabilidade. Políticas de segurança e de confiabilidade podem ser continuamente reavaliados e atualizados sem intervenção do usuário.
  • Otimização / Consolidação: Maximiza o uso e aumenta a eficiência dos recursos de infra-estrutura existente. Estende-se do ciclo de vida da infra-estrutura. Reduz despesas de capital.
  • QoS (Quality of Service): permite que a TI de forma dinâmica reavaliar o SLA associado a usuários ou grupos de usuários para os recursos alocados. Permite a organização reagir rapidamente às mudanças de condições, sem envolvimento dos usuários desnecessários ou prévio conhecimento.
  • API bem definida: Usando uma estrutura padrão bem definida e estável, a API evita lock-in e garante a interoperabilidade com um número cada vez maior de ferramentas e fornecedores de serviços da nuvem.
  • Disponibilidade conforme a necessidade: Alinha o bom uso de recursos com o uso de recursos reais, permitindo assim a organização pagar apenas os recursos necessários, quando estes são necessários.

Argumentos favoráveis ao uso do Cloud Computing

Há diversas linhas de raciocínio argumentativo para a defesa do Cloud Computing, mas todas se consolidam em alguns pontos:

Elasticidade sob demanda: Ao contrário da contratação física de servidores, como já há um pool de máquinas, ou seja, uma estrutura de computadores pronta para ser utilizada, a computação em nuvem permite que você aumente ou diminua os recursos do seu servidor em segundos. Em comparação com servidores dedicados, por exemplo, este tipo de alteração poderia demorar horas, talvez até dias;

Economia de custos: Há um melhor aproveitamento dos recursos dos servidores, que, uma vez trabalhando em conjunto, permitem a utilização total de memória, processamento, espaço em disco, etc. A estrutura da computação em nuvem permite que, automaticamente, a sua demanda seja distribuída entre as máquinas que compõem a rede – chamada de nuvem;

Velocidade: Quanto mais entramos no mundo digital, percebemos que a velocidade é fundamental para tomadas de decisões, sejam positivas ou negativas. Tudo na computação em nuvem é interligado e permite imediata interação, mudanças são aplicadas na hora em que enviadas e um melhor aproveitamento do tempo também é sentido.

Basicamente a computação em nuvem consolida três grandes necessidades da tecnologia deste nosso século: Autonomia com agilidade e alta redução de custos, frase que todo mundo gosta de ouvir!